sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Shadow of the Colossus [Não RPG] -- Review





Buenas! Dessa vez nem demorei tanto. Bem, hoje vamos falar de um jogo GOZANTE chamado Shadow of the Colossus. Eu não resenhei antes pois tinha esquecido. É, eu sei que mereço pagar penitência. Sem mais, vamos a la review!


Shadow of the Colossus é um jogo único. Afinal, não é todo jogo em que você passa um tempão caminhando pelo cenário, sem nada acontecendo, só você, seu cavalo e um puta lugar deserto. Ah, o mapa é imenso. Gigante pra carai, mesmo.


Bom, o jogo começa com você [Wander], chegando em uma terra estranha a partir de um puta abismo do mal, chamado "Fenda do Vento/Vale do Vento" ou algo que o valha. Chegando lá, com uma mina morta na garupa do teu cavalo, tu vai pra um castelo, sem ver uma alma viva no caminho. Chegando lá, tu bota a mina num altar e uma voz vinda dos céus fala com você, umas sombras aparecem e tal. A sombra diz que se chama Dormin e que pode reviver Mono [A mina, lá]. Mas pra isso, tu tem que passar a faca em 16 colossos que tão lá no cu do Judas. A tua espada do He-Man vai te guiar até o lugar onde os bichos se escondem.


Uma coisa que me intrigou foi o cenário. Muito bem feito e tal. Outra coisa que me intrigou, foram os sinais de uma civilização. E eu realmente espero que lancem um jogo contando o que houve com os motherfuckers que viviam naquela porra de lugar, que agora é chamado de Cursed Land, Bad Land ou algo do tipo.


Mas, voltando à narrativa, tu tem que passar os bichos na tua espadinha de brinquedo no facão. Cada colosso é representado por uma estátua asteca. Tu sai do templo e levanta tua espadinha de 1,99 pro Sol e ela te indica o caminho pro Colosso. Tu corre pra lá com o cavalo [Demora. Acredite, demora]. No caminho, só cenários. Sem nego morrendo, sem baús, sem bichos [Mentira, até tem uns vagando por aí] e uns passarins que vagam por aí.  e chega num paredão de pedra. Ok, bora descer do cavalo e ver o que diabos nos aguarda. Tu vai, rola umas instruções na tela e tal. Daí tu vê o colosso. Um bicho imenso que tá vagando por aí bem de boinha, sem nem te notar. Daí tu corre pra ele e dá um jeito de subir no bicho. Bem, tem outra parada pra fazer mas é opcional, eu não fiz e jogo de boinha: Tu pode apontar a espada pro bichão e ver o ponto fraco, que é onde tu deve penetrar com a espada diversas vezes pro bicho morrer. Ok, depois de muito sofrimento, tu mata o colosso. Save game, umas sombras possuem o Wander [Não do jeito que tu tá pensando, pervertido de merda] e tu volta pro templo, pra receber instruçõezinhas do narrador da Sessão da Tarde do Dormin. Daí tu vai atrás do segundo e o jogo continua nessa. E não, tu não ganha uma recompensa por ter passado os colossi na faca.




Jogo megaboga fodão, sei lá por que diabos eu paguei tanto pau pra esse jogo, mas não vem ao caso. Uma coisa interessante desse jogo, é que ele é regulado pela perseverança do cara. Quero dizer, o Dormin não falou que os Colossi são malignos nem nada. Mas se for pra reviver a muié, o cara passa os bichos na faca, sem pensar duas vezes. Bom, em diversos outros jogos, 'cê sabe porque tá metendo chumbo em negada. É porque eles são DO MAL. Mas e agora, cara? Como tu vai explicar pra tua consciência o porque de tu matar esses bichos? Lá pelo sexto colosso, tu já tá com pena deles. São só bichos, cujo único motivo pra morrer é existir e uma voz falar que tu deve matá-los, que não fizeram nada pra você, sendo atacados cruelmente pelo moleque e seu cavalo preto.




Então tu percebe que o cenário totalmente limpo de distrações é pra tu se concentrar na tarefa de matar os colossos, pensar na sua estratégia e divagar pelos cenários extremamente bem feitos. E resolve ir até o fim com 'sa porra.


Ah, eu não disse que a cada colosso morto o Wander fica mais demoníaco. A pele fica branca, aparecem feridas e tal. Ok, depois de passar os bichos na faca e se remoer um pouco por isso [O mais estranho é que eu nunca me remoí por ter matado nego. Até me divertia explodindo cabeças no Medal of Honor... Mas quem não se diverte explodindo cabeças?] tu volta pro castelo e o Dormin encarna em tu. Aí você vira um colosso e tem que matar a cambada de homens que apareceram pra te matar [Ah, antes disso, o Agro morre pra salvar a bunda gorda do Wander]. Beleza, tu começa a bater nos bichos e os caboquin fogem. Beleza, filmezin final. Um cara lá joga uma espada na água. Dormin/Wander é sugado por não lembro o que diabos e morre. Mono acorda.


É, issae que tu leu. Tu se fodeu gostoso e ainda passou 16 negos que não tinham PORRA nenhuma a ver com tua treta pra no final morrer. Vida de herói é foda. Mas aí aparece um bebê na fonte. Um bebê chifrudo, que fique claro. E o Agro aparece de novo [Pelo menos uma coisa boa nesse final melancólico!]. Fim de jogo.


Hora da nota e das imagens.


Screenshots:
Phalanx, maior colosso e deve ser o décimo primeiro:

















Nota:
Gráficos: 10
Som: 10
Diversão: 10
Jogabilidade: 10

Nota Final: 10

Imagem by: Gamespy

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Dungeons and Dragons Online: MMORPG -- Review







Buenas! Estou aqui de novo [Após longo tempo sem atualizações, que, como 'cês são leitores imaginários, não os importou nem um pouco =D]. Hoje vou falar de um MMORPG que realmente me surpreendeu: Dungeons and Dragons Online: Eberron Unlimited [Abreviado como DDO]. Esse MMORPG, criado pela Turbine, Inc., leva no nome as iniciais D&D, o que já o garante grande destaque entre a massa MMO. Eu realmente achei que DDO seria mais MMO e menos RPG. As vezes estar enganado é tão bom! Esse jogo honra todas as siglas de seu gênero, incluindo o MMO. Porque, para jogar de qualquer classe de magia [Principalmente Wizz Necromancer], em qualquer dificuldade que não seja solo, você precisa de um grupo. O jogo é inteiramente baseado em quests. Mas não é um puta grind disfarçado de quest "Vá até a Praça de Cannes e mate 666 trolls com um tijolo quebrado e consiga 3 olhos de cíclope e volte pra me ver :D". As quests de DDO são dadas por NPCs, como sempre. A diferença é que quando 'cê aceita uma quest, 'cê libera uma nova dungeon pra fazer. A ação toda é em dungeons e em áreas abertas [Já, já explico sobre elas]. Mas não é só matar 42.666 monstros e sair pra gastar a grana que 'cê conseguiu dos corpos putrefatos de seus inimigos. Para conseguir dinheiro, tu tem que quebrar coisas quebráveis. Quanto mais tu quebrar, mais XP tu ganha, pode achar itens e grana [Geralmente 10 -- 20 peças de cobre na dificuldade solo, com essa quantia tu pode comprar um pão com manteiga e ainda fica devendo 10 peças de cobre]. Quanto mais passagens secretas tu achar, mais XP tu ganha. Quanto mais armadilhas tu achar e desarmar, mais XP tu ganha [Rogues roubam toda a maldita XP!]. Quanto mais enigmas tu resolver, mais XP tu ganha. Quanto menos tu morrer, mais XP tu ganha. E se tu passar o cerol em TODO MUNDO na dungeon, tu ganha outro bônus de XP. Falando nisso, as dungeons não são só matança desenfreada de qualquer coisa parecida com um inimigo que ainda se mexa. Elas também tem enigmas para resolver, coisas para quebrar [Bárbaros, sintam-se em casa =D] objetivos primários secundários, armadilhas para morrer e etc.




Aliás, não existe só a dungeon "entra aqui, passa o cerol em geral, vai na última sala, bate no chefão até cansar ou morrer, desvenda um ou dois enigmas, acha a passagem secreta, saqueia o tesouro e sai correndo do resto do grupo que tu deixou pra morrer praquele último boss que geral esqueceu"




Existe a dungeon "Proteja o item "x" dos 214521396423425342583482543821534 desgraçados que querem te ver morto e o tal item destruído". Também existe a dungeon "Saia correndo atrás do chefão, parando ocasionalmente para bater em bichos random" e a famigerada "Fique no lugar do taverneiro para morrer no lugar dele, proteja a taverna e cace o chefão pela fase inteira, sem no final receber nem um maldito obrigado".






As áreas abertas são outra beleza. São áreas em que tu entra sozinho ou em grupo, como nas dungeons. A diferença básica delas pras dungeons é que nas áreas abertas tu pode conseguir quests e elas são caminho pra outras dungeons. As AA [Áreas Abertas] tem também objetivos, que tu pode conseguir pra ganhar XP. Tipo, um dos objetivos da primeira área aberta, a Ilha de Korthos, é "Estraçalhe dez inimigos". Quando tu manda os dez infelizes pro inferno, o objetivo muda para "Estraçalhe mais quinze retardados que entraram no teu caminho e nem pensaram em fugir". A pontuação máxima desse objetivo em Korthos é 750 neguin morto. Também tem o objetivo do "Explore 12 lugares" e o do "Consiga 3 encontros raros".




Jogo fodão e tal. Mas tu tem que gostar da coisa.

Screenshots:

Nota:


Gráficos: 10
Som: 10

Diversão: 10
Jogabilidade: 10
Nota Final: 10 [Obvious Capitain, are you here?]



Ps: Mais tarde ou amanhã, a review de Warcraft III Reign of Chaos/Frozen Throne

Imagens by: blogcdn.com/www.massively.com; ign.com; ve3dmedia.ign.com

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Warcraft III -- Apresentação


Buenas. Daqui a pouco eu vou postar uma review de um dos melhores RTSG [Real Time Strategy Game] de todos os tempos, Warcraft III! Sem mais por enquanto, leitores imaginários, aguardem minha review :D

Imagens by: pixelrage.ro

Grand Chase -- Review




Buenas! Hoje vamos falar de MMORPGS! E mais especificamente de Grand Chase, um MMORPG bacaninha e dito para crianças e mulheres. Sem mais, vamos à review.

Grand Chase, ou GC como é customeiramente abreviado, é um jogo de RPG online no estilo beat 'em up. Ou seja: É você e mais alguns randoms, numa tela contra alguns monstros. As telas são dungeons, o que significa que no final tem um boss. Basicamente é um Double Dragon com gráficos de anime, menos violento e online.

As opções de customização, ao contrário de outros MMORPGs, são nulas. Você tem que começar com uma das 3 garotas [É, 'cê nem pode jogar com homem no começo do jogo] e tentar "destravar" outros personagens. Outra coisa que não ajuda a diminuir a reputação de "jogo para criança" é que os monstros são "bonitinhos" e não assustadores tr00 fr0m h377, como deveriam ser. Par ecxample, a primeira dungeon do jogo é uma floresta... Onde você enfrenta texugos, gosmas e cogumelos. Nada muito Ogre, não?


As personagens iniciais são: Lire, Arme e Elesis. Lire é uma arqueira, Arme é uma maga e Elesis é uma guerreira. No caminhar do jogo, você pode destravar o Ronan, Sieghart, entre outros. Mas, para um jogo infantil, até que é legalzinho. Principalmente por ser por dungeons e pelos bosses que, na minha opinião, salvam o jogo. Ah, o PVP também é legalzinho. Mas a Lire apela muito e e isso desequilibra totalmente o PVP, pelo menos nos levels mais baixos. A jogabilidade também é bastante simples. As setas movem, Z ataca, QWE selecionam pots, X muda de itens, S usa o mascote e o resto é história.

Screenshots:

Battle Vs Boss


Dungeon random:


Nota:

Gráfico: 7
Som: 9
Diversão: 8
Jogabilidade: 10
Nota final: 8,5

Imagens by: blogspot.com, gameogre.com